Alimentação Orgânica: Você conhece os benefícios?

Alimentos orgânicos são os alimentos produzidos com métodos que não utilizam agrotóxicos sintéticos, transgênicos ou fertilizantes químicos. A produção orgânica vai muito além da busca por um produto de verdade. Ela estimula e promove qualidade de vida com proteção ao meio ambiente, fazendo uso responsável do solo, da água e do ar, sempre respeitando os demais recursos naturais, sociais e culturais. Dessa forma, o produto diminui a possibilidade de danos à saúde dos consumidores e de impacto à natureza. organic-farmersdinamarca  

E quando o assunto são os benefícios?

Mesmo com todas as pesquisas relacionadas aos perigos dos pesticidas e a relação com doenças como o Parkinson, a grande parte dos alimentos que consumimos, continuam vindo regados a produtos químicos. Aqui, instala-se a falsa crença de que a agricultura orgânica está fora do alcance dos produtores.

Dentro da cultura orgânica destacam-se os benefícios a seguir:

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  • Maior teor e quantidade de nutrientes;
  • Possui maior teor de fotoquímicos (substâncias antioxidantes).
  • Tem mais sabor, pois provêm de um solo equilibrado, sem agentes químicos que prejudicam o alimento.
  •  Auxilia na prevenção de doenças - Há muitos estudos que relacionam o consumo excessivo de agrotóxicos e outras dessas substâncias com doenças (alguns tipos de câncer, Parkinson, dermatoses, alergias, esterilidade em adultos, doenças neurológicas e respiratórias).
  •  Incentiva produtores menores e a agricultura familiar - Adquirindo produtos orgânicos, contribuímos para a redução da migração de famílias para as cidades e evitamos o êxodo rural. Além disso, ajudamos também a frear o envenenamento por agrotóxicos, situação que vitima cerca de um milhão de agricultores no mundo inteiro.
  •  Preservação dos nossos solos - O mundo presencia uma grande perda de solo fértil pela erosão, devido ao uso inadequado de práticas agrícolas convencionais. Com a agricultura orgânica é possível reverter essa situação.
  •  Biodiversidade - A agricultura orgânica preserva sementes por muitos anos e impede o desaparecimento de numerosas espécies, incentivando as culturas mistas e fortalecendo o ecossistema. Assim, a fauna permanece em equilíbrio e todos os seres permanecem em harmonia, graças à não utilização de agrotóxicos.
  •  Preservação das águas - Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d´água e poluem rios e lagos. Para evitar essas ameaças, a agricultura somente utiliza água limpa e sem poluentes na irrigação.

O que se deve levar em consideração para uma produção orgânica?

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Para produzir alimentos orgânicos o produtor precisa fazer um plano de manejo orgânico. Ou seja, de que maneira o produtor vai caminhar para a sustentabilidade. 
  • Em relação à propriedade (quantidade e qualidade da água, respeitar as leis ambientais, barreiras vegetais);
  • Seleção sobre as atividades a serem desenvolvidas, assistência técnica, escolha do tipo de certificação e a certificadora;
  •  Executar práticas que auxiliam na manutenção da fertilidade do solo, como manter a cobertura permanente do solo;
  •  Escolha do tipo de adubação;
  •  Prevenção e controle de pragas e doenças;
  •  Controlar o crescimento do mato;
  •  Verificar os insumos admitidos para uso na propriedade orgânica;
  •  Fazer o processo de certificação orgânica individual ou em grupo;
  •  Comercializar os produtos;
  •  Obter informações sobre máquinas e equipamentos, legislação e normas técnicas.
 

Como funciona o controle na produção orgânica?

O controle de pragas e doenças na agricultura orgânica começa com o planejamento holístico da propriedade. Sob esse aspecto, esse controle inicia-se pela escolha da época correta de plantio de cada cultura, respeitando-se as exigências climáticas da espécie a ser cultivada; passa-se pela análise de solo das glebas de cultivo, fazendo-se a calagem e a fosfatagem onde e quando necessário. Esse tipo de produção tem como base o uso de fertilizantes naturais; a manutenção do solo protegido dos raios solares e das gotas de chuva; a rotação de culturas; o aumento da biodiversidade; agrupamento de culturas; adubação verde; compostagem; e controle biológico de insetos e doenças. Pressupõe, ainda, a manutenção da estrutura e da profundidade do solo, sem alterar suas propriedades por meio do uso de produtos químicos sintéticos. A biodiversidade nas áreas de cultivo orgânico pode ser buscada com a instalação de quebra-vento. Além de amenizar o impacto das correntes de ar, como o próprio nome indica, também reduz a perda de água pelas plantas de interesse econômico. O quebra-vento auxilia também no manejo das pragas e doenças.

E os resíduos no organismo?

 

Resíduos de pesticidas e agrotóxicos são provavelmente o fator mais relevante para a troca dos alimentos convencionais, pelos alimentos orgânicos. Pesticidas são materiais extremamente tóxicos e que podem desencadear algumas complicações, como:

  • Problemas respiratórios;
  • Enfraquecimento do sistema imunológico;
  • Disruptura hormonal;
  • Alto risco de doenças como Alzheimer e Parkinson;3
  • Risco de Câncer;
  • Depressão.
• Fique atento aos selos de certificação! Para que o alimento seja considerado orgânico, questões ambientais e de produção são levadas rigorosamente em conta. Procure por selos como o da Ecocert ou da SisOrg, órgãos que regulamentam e categorizam os produtos como 100% orgânicos.   Os produtos orgânicos são, de fato, mais caros que os convencionais. No entanto, eles não carregam no preço o alto impacto sobre o meio ambiente, como a contaminação do solo e da água por agrotóxicos e do ar pela emissão de gases causadores do efeito estufa. Também têm a vantagem de não afetar a saúde dos agricultores e criadores de animais e dos próprios consumidores.

De olho no vilão!

Alguns vegetais podem conter maiores taxas maiores de agrotóxicos do que outros alimentos e precisam ser evitados. Se você quer consumir orgânicos, mas acha que o seu bolso não aguenta, comece pelas pequenas mudanças. :)
  • Pimentão (80,0%)
  • Uva (56,40%)
  •  Pepino (54,80%)
  •  Morango (50,80%)
  •  Couve (44,20%)
  •  Abacaxi (44,10%)
  •  Mamão (38,80%)
  •  Alface (38,40%)
  •  Tomate (32,60%)
  •  Beterraba (32,00%)
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